Data: 08/01/2019 / Fonte: Redação Revista Proteção/Martina Wartchow

Em tempos de eSocial, serviços de suporte a empresas precisam ser aperfeiçoados para contribuírem no fortalecimento de uma real cultura de Segurança e Saúde no Trabalho

Embora representem menos de 10% do total de dados a serem transmitidos, os eventos de Segurança e Saúde no Trabalho têm gerado grande parte das reclamações e dúvidas de empresas, assim como mudanças de leiautes e postergações de prazos na implantação do eSocial (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas). Não porque mudaram as exigências legais voltadas à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, pois apenas a forma como sua declaração deverá ser feita e atualizada é que foi alterada. Mas, principalmente, por causa de uma ainda existente “cultura prevencionista cartorial”, ou seja, de preenchimento da papelada básica de gaveta a ser apresentada no caso de uma eventual auditoria. E, ainda, pela inexistência de programas de SST estratégicos bem desenvolvidos e colocados em prática de fato nas organizações.

Nesse cenário, que demanda mais envolvimento e trabalho, não só no que diz respeito à qualificação dos cadastros administrativos, mas, principalmente, na criação de ambientes laborais realmente seguros, saudáveis e, consequentemente, mais produtivos, cresce a importância dos serviços de consultoria de qualidade na área. Estes, por sua vez, também precisam passar por aprimoramentos para atender às novas demandas do seu público com competência e responsabilidade. Por isso, as assessorias sérias estão mobilizadas na capacitação de seus colaboradores, investindo em estrutura, adquirindo ferramentas apropriadas e buscando a gestão otimizada de SST para seus clientes. Os novos tempos também exigem mobilização conjunta, de parceria, entre as partes.

Confira a reportagem completa na edição de janeiro da Revista Proteção.